“Did I not tell you that I'm not like that girl?
The one who gives it all away”
The one who gives it all away”
Avril lavigne
Ei mocinha, você pensou que
mentia pra mim? Que todas as mil vezes que eu te perguntei sobre esse amor e
você negou, você acha que eu acreditei? Você percebeu quantas vezes eu insisti
nesse amor aí no seu peito? Pois é, ninguém fala de alguém com brilhos tão, tão
brilhantes se não for com amor, e o mais engraçado é esse seu brilho, esse
movimento nos seus lábios quando você fala de todo esse amor escondido nas suas
palavras, eu já sabia, já sabia desse seu medo, pois afinal garotas fortes não
falam a verdade sobre seus sentimentos não é mesmo?! Eu sei que sempre vai ser
assim, você vai esconder tudo, e depois vai cuspir tudo na minha cara, na hora
certa, quando de alguma forma já lhe fizer mal e você perceber que essa mentira
não te faz mais dormir a noite, você sabe que eu sei, não precisa se desculpar,
pois afinal eu já sabia, lembra de todas as vezes que você negou e eu
simplesmente cantarolava ou colocava um sorrisinho sarcástico no rosto? Eram nessas horas que eu via o tanto que você
queria acreditar nas palavras que você dizia, mais nem você mesma acreditava,
ainda me chamava de cachorra por eu não acreditar nas suas palavras bestas
cheias de amor. E é, agente vai rir muito disso, se você não estiver com um
sorrisinho besta na cara agora (kkkkkk).
Eu sempre te disse que aquele
jeito de te amar era o jeito certo, e você sempre concordou, mais nunca admitiu
com as palavras, seus olhos já sabiam, mais a sua boca não deixava as palavras
saírem, não queria que você iludisse ninguém, não queria que você se iludisse
com um amor que não sabe o jeito certo de te amar, mais afinal eu sou uma filha
da puta em dizer isso, porque tem alguém que eu amo agora se culpando, e eu
aqui te ajudando, eu aqui sendo a cúmplice da sua tentativa de fuga, eu tentei
avisar de todas as formas, tentei ser menos chata o possível, ai te deixei
livre, e você fez merda! Acredite, foi a merda certa que você nem deveria ter
começado a fazer, que você nem deveria ter começado a se enganar sabendo que o
jeito certo de ser amada não era esse, que o jeito certo de te ama é aquele bem
clichê que você ama, cheio de mimo e paparicos, sabendo que depois dele você
não conseguiria amar ninguém, que toda vez que você visse aquela estrela, que
você visse aquele banco, que você visse aquela sorveteria você lembraria da
forma de amar corretamente, aquela forma correta que poucas pessoas sabem te
amar, entender seus dias, seus olhares, beijar a sua testa nas horas de fúria,
te jogar na parede, comer aquele pote de sorvete, aquela forma que você não
precisa ensinar, aquela que agente já aprendeu, afinal quem vai odiar suas
qualidades e amar os seus defeitos?
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